O que há de diferente é a percentagem de abstenção. Segundo dados oficiais estavam inscritas 9 629 630 pessoas para as Presidenciais 2011. Desse universo apenas 46,63% foram às urnas. Ou seja 4 489 904 votaram, enquanto os outros 5 139 726 ficaram no aconchego do lar, protegidos do frio. Mas pudera, esta campanha parece não os ter aquecido.
A edição online do Público, noticiou ontem que os 53,37% de abstenção batem todos os recordes em eleições presidenciais. Ora esta revelação é assustadora, ou pelo menos deveria se-lo para um candidato que propagandeou a ida às urnas. Sim, falo do Professor Aníbal.
Esta reeleição é uma “faca com dois gumes”. Por um lado, Cavaco Silva, venceu como queria, à primeira volta com maioria absoluta. Por outro, acaba derrotado, pois os seus 52,94% dos votos tornam-se insignificantes, quando metade da população portuguesa ignorou o seu apelo.
Agora que vai ficar em Belém por mais cinco aninhos, era conveniente que o Presidente da República, pensasse no que fazer em relação a este sinal alarmante num Estado Democrático.
Eu por cá, exerci o meu direito e cumpri o meu dever cívico. Se bem que ao fim do dia. Às 18 horas pus a minha cruz no boletim. Segundo me disseram, era a 321ª de 1100 adultos da minha geração. Uma reduzida percentagem, um pedaço, um “cavaco” num país onde se vota aos "Cavacos".
A edição online do Público, noticiou ontem que os 53,37% de abstenção batem todos os recordes em eleições presidenciais. Ora esta revelação é assustadora, ou pelo menos deveria se-lo para um candidato que propagandeou a ida às urnas. Sim, falo do Professor Aníbal.
Esta reeleição é uma “faca com dois gumes”. Por um lado, Cavaco Silva, venceu como queria, à primeira volta com maioria absoluta. Por outro, acaba derrotado, pois os seus 52,94% dos votos tornam-se insignificantes, quando metade da população portuguesa ignorou o seu apelo.
Agora que vai ficar em Belém por mais cinco aninhos, era conveniente que o Presidente da República, pensasse no que fazer em relação a este sinal alarmante num Estado Democrático.
Eu por cá, exerci o meu direito e cumpri o meu dever cívico. Se bem que ao fim do dia. Às 18 horas pus a minha cruz no boletim. Segundo me disseram, era a 321ª de 1100 adultos da minha geração. Uma reduzida percentagem, um pedaço, um “cavaco” num país onde se vota aos "Cavacos".
in: http://postsdepescada10.blogspot.com
24/01/2011
Renato Sapateiro
24/01/2011
Renato Sapateiro
Fontes:
http://www.publico.pt
http://www.presidenciais.mj.pt
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